Palavras:
leio-as aos milhares
por horas e horas e horas
todos e todos os dias.
Muitos dizem,
muitos querem dizer.
Poucos houvem,
poucos sabem.
Poucos são sabios para lembrar:
O silêncio diz tudo.
Portanto, não digas,
cale-se!
Fabulário geral dos delírios que se configuram cotidianamente e são dignos de serem elevados à luz.
segunda-feira, 28 de março de 2011
sexta-feira, 25 de março de 2011
Poema sonolento
dormindo em transe
sonhando acordado
relaxante muscular
café sem cigarro
óculos quebrado
noite clara dia nebuloso
entradas e saídas
complexo e vitaminas
Waldem na cabeceira
e um colchão em ótimo estado
sem meu travesseiro de penas
uma capa com flores coloridas
à brisa do mar
sonâmbulo lento
acordado virulento
bem lento
o escuro cai
no sono
sonhando acordado
relaxante muscular
café sem cigarro
óculos quebrado
noite clara dia nebuloso
entradas e saídas
complexo e vitaminas
Waldem na cabeceira
e um colchão em ótimo estado
sem meu travesseiro de penas
uma capa com flores coloridas
à brisa do mar
sonâmbulo lento
acordado virulento
bem lento
o escuro cai
no sono
quarta-feira, 2 de março de 2011
Sibila
Sol solo ventos solares sopram sentido sul sudeste e a tempestade nem peste tem no dia em contraste que encontraste verde flor de árvore. No distante horizonte plantas crescendo sol se pondo no crepúsculo vermelho azul do céu. No outro lado da cidade jogam ao réu culpas e suplícios e o real esta no caos espacial extraterreno. Roubo de alimento sem julgamento muito longe do cimento o temperamento. Ventre da terra sob solo o âmago amado nutre nutrientes em raízes Células gordas criando-se sangue sugam corre em vasos e vai e se esvai. Fotossíntese síntese energia solar corre em fila clorofila. Verdes folhas soltas no ar a bailar. Sem parar respira pulsa balança galhos atalhos de insetos Atos de gentil comensal. Ciclo e unidade final.
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